Publicado por: Battista Soarez | janeiro 6, 2011

FIM DE ANO E COMEÇO DE OUTRO

MAIS UM ANO OU UM ANO A MAIS

Que diferença faz no cenário das mesmices?

Por B A T T I S T A S O A R E Z

Jornalista e escritor… cançando de ver a vida patinando sempre na mesma lameira da hipocria humana, e com os pés feridos de tanto trilhar pelas vias pedregulhas de corações endurecidos.

 

O ano de 2010 se foi e, para mim, não deixou a mínima saudade. Quero que ele desapareça das minhas lembranças e que a sua história seja banida do meu livro de memórias. Se o ano de 2010 fosse uma pessoa, juro que o mataria descarregando todas as balas de uma pistola 765. E, para completar, não o enterraria. Mas o queimaria e lançaria as cinzas no mais profundo mar do esquecimento.

Tiraria, por capricho, apenas alguns acessórios: minha parceria com o Magno Paganelli (uma rara amizade por quem mantenho a mais pura devoção); o reconhecimento, por parte do público, dos meus livros “Por uma pedagogia Existencial” e “Ser cristão em tempo de crise”; as palestras que dei as quais abriram portas; minha participação na “Feira do livro” no Maranhão; as entrevistas que dei no rádio e na TV; minha parceria com o bispo Renato Chaves; e o programa Vide Verso, na TVN, o qual apresento com o bispo Renato. Talvez algumas outras coisas boas das quais não estou lembrando agora.

E é só. Somente isto. O resto viraria cinzas.

As experiências que tive com a justiça brasileira separaria — embora eu seja da área jurídica — para dar um lugar especial a elas: insineraria e jogaria as cinzas no esgoto de um lugar bem distante do planeta terra. A Justiça brasileira, para mim, é o mais imoral exemplo de democracia que já vi em toda a minha vida. Nunca vi tanta burrice, tanta bestialidade, tanta presunção misturada com estupidez.

Com todo respeito aos operadores do Direito que são sérios e honestos (eu preciso saber onde estão, porque, até agora, não vi nenhum), a coisa mais nojenta que vi em 2010 foi ficar cara a cara com um juiz: um sujeito velho, rabujento, com uma fisiocaricatura debochenta e uma expressão de bobalhão PhD em idiossincrasia e bestialidade. Pelo que vi, graças à minha experiência como jornalista e educador, aquele sujeito se formou em Direito há 40 anos, virou juiz e sequer aprendeu ser gente. Sequer pegou em um livro para atualizar seus conhecimentos jurídicos. Agora age por simples impulso diabólico do abuso de poder que está sobre ele.

É um sujeito idiotado que vive brincando com a vida alheia para aparecer. Mas Deus, o nosso grande DEUS, me livrou do intento maligno daquele impostor. No dia em ele sentenciou um mandado arbitrário contra mim, Deus o fez adoecer. Ele foi parar no hospital e outros juizes julgaram retamente a minha causa. Agora estou livre. Glória a Deus.

Espero que 2011 — por ser ano ímpar — traga coisas boas e melhores. Eu assim espero:

– Uma igreja mais amante do DEUS vivo e verdadeiro.

– Um governo mais justo, mais humano e mais sensível às dores humanas.

– Uma sociedade mais interessada em crescimento e paz. Paz. Paz. Paz que toda a humanidade precisa.

Eu volto mais tarde.

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